Número de projetos LATAM entre janeiro de 2024 e abril de 2024
| PAIS | PROJETOS | |
|---|---|---|
| ARGENTINA | 10 | |
| BRASIL | 14 | |
| CHILE | 4 | |
| COLÔMBIA | 2 | |
| EQUADOR | 1 | |
| PEREGRINAÇÃO PELA GUATEMALA | 1 | |
| MÉXICO | 13 | |
| PARAGUAI | - | |
| PERU | 12 |
Projetos de lei temáticos apresentados entre janeiro de 2024 e abril de 2024
| Acesso à informação | 17.2% | |
| Igualdade e não discriminação | 11.0% | |
| Proteção de menores | 10.0% | |
| Liberdade de expressão | 7.2% | |
| Reputação e honra | 5.3% | |
| segurança nacional | 4.5% |
| A violência de gênero | 4.0% | |
| Responsabilidade dos intermediários | 2.9% | |
| Acesso à Internet | 2.7% | |
| Pornô | 2.1% | |
| Desculpa | 1.9% | |
| Assédio | 1.5% | |
| Publicidade oficial | 1.4% |
Projetos de lei temáticos apresentados entre janeiro de 2024 e abril de 2024
| Acesso à informação | 4.8% | |
| Assédio | 9.5% | |
| Desculpa | 4.8% | |
| Liberdade de crença | 1.6% | |
| Igualdade e não discriminação | 15.9% | |
| Publicidade oficial | 4.8% | |
| Notícias falso | 1.6% | |
| Proteção de menores | 14.3% | |
| Reputação e honra | 4.8% | |
| Moderação de conteúdo | 4.8% |
27/06
O Governo lançou uma campanha para tornar obrigatório o registo nacional de jornalistas e recuou. O Ministério do Capital Humano foi o centro das atenções do debate público ao lançar uma campanha cujo slogan era: “Se é jornalista profissional pode obter o Registo Nacional de Jornalistas do Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social”. acrescentando que “a inscrição no registro nacional de jornalistas é obrigatória e será concedida sem qualquer restrição às pessoas abaixo incluídas, ressalvadas as exceções expressamente indicadas nesta Lei nº 12.908.
Apesar da publicação, algum tempo depois a conta da Capital Humano X deletou a publicação. O mesmo foi feito com o site oficial do Governo onde poderia ser processado e indicada a referida obrigação. No entanto, a partir do portfólio de Capital Humano, explicaram ao meio jornalístico PERFIL que não se trata de um procedimento obrigatório, ao mesmo tempo que especificaram que se trata de um serviço que já existia e que estava sob a alçada do Ministério do Trabalho (atual Secretaria do Trabalho, Emprego e Segurança Social).
LIBERDADE DE IMPRENSA
25/05
Proposta visa criminalizar a criação e circulação de “notícias falsas”. Em 24.05, A deputada Erika Kokay (PT/DF) apresentou o projeto de lei nº 2051/2024., que modifica o Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/1940) e o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) para criminalizar a criação e circulação de notícias falsas que distorcem questões ligadas a interesses públicos relevantes, incluindo educação, ambiente, saúde, segurança pública e economia nacional. No âmbito do Código Penal, o projeto define “notícias falsas” como materiais textuais e audiovisuais que intencionalmente têm o potencial de alterar a percepção de fatos e acontecimentos. O projeto de lei propõe criminalizar a conduta de “criação, divulgação ou compartilhamento de notícias falsas” em si, com agravamento da pena nos casos em que essas notícias tenham conteúdo político, ideológico, religioso, estejam relacionadas a contextos de emergência ou calamidade pública, ou pode colocar em risco a vida ou a saúde de terceiros.
Em relação ao Marco Civil da Internet, o projeto inclui, entre outras disposições, a mesma definição de notícias falsas mencionada, bem como obrigações para os provedores de conexão, como fornecer meios para denunciar conteúdos e remover conteúdos denunciados que violem as políticas de uso das plataformas. Na sua justificação, o deputado exemplifica a relevância do projeto com o contexto das tragédias das enchentes no Rio Grande do Sul, que têm sido alvo de desinformação, afetando como consequência as operações de resgate.
NOTÍCIAS FALSAS DESINFORMAÇÃO
27/05
Juiz ordena que Sindicato indenize bloqueio prolongado do Instagram. No dia 27.05/1, o desembargador José Jácomo Gimenes, da XNUMXª Vara Federal de Maringá da Justiça Federal do Paraná, condenou a União a indenizar um político pela demora na reativação de seu perfil no Instagram. De acordo com decisão, o autor da ação era um deputado estadual e suas redes sociais foram bloqueadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em novembro de 2022. Os bloqueios teriam ocorrido devido a uma publicação em que o político divulgava o local onde os ministros do Supremo estariam. ser. Federal (STF), com a frase “Oportunidade imperdível” na publicação. Em dezembro de 2022, o STF, em decisão do ministro Alexandre de Moraes, determinou a reativação dos perfis do político em diversas redes sociais; no entanto, o Instagram não foi mencionado. O desbloqueio do perfil do Instagram só ocorreu em maio do ano seguinte. A decisão do juiz Gimenes não identificou erro judicial no bloqueio de redes sociais, mas apontou erro processual do STF pela demora no desbloqueio do perfil do Instagram do deputado. Pela demora injustificada, o juiz determinou que a União pague R$ 20.000,00 ao político pelos danos morais causados ao autor da ação.
MODERAÇÃO DE CONTEÚDO
TRE-MS multa candidato a prefeito por uso de deepfake contra prefeito. A juíza eleitoral Laisa de Oliveira Ferneda Marcolini, da 38ª Zona Eleitoral da Costa Rica do Tribunal Regional Federal de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), multou os opositores do prefeito de Costa Rica-MS pelo uso de deepfake. O representação contra Waldeli dos Santos Rosa, candidato a prefeito da Costa Rica, e Matheus da Silva Vaz, colaborador de Waldeli, foi apresentada pela Comissão Provisória do Partido Progressista (PP) da Costa Rica devido a um vídeo que usou inteligência artificial para criar um falso vídeo contra o prefeito da cidade, Cleverson Alves dos Santos (PP/MS). No vídeo manipulado pela IA, o prefeito fez uma declaração comparando a população da Costa Rica a cães. A ação pedia a retirada imediata do vídeo, a retratação pública e o pagamento de multa pelos opositores por propaganda eleitoral antecipada. O juiz considerou que os representados usaram o deepfake para fazer propaganda eleitoral antecipada com o objetivo de prejudicar o atual prefeito, ordenando a retirada do vídeo e estabelecendo multas, acrescidas pela reincidência dos homens, de R$ 10.000,00 para Waldeli e R$ 5.000,00 para. Matheus.
NOTÍCIAS FALSAS
04/06
Meta é condenada a restaurar contas comerciais e compensar um usuário. Juiz Júlio Ribeiro, do 6º Juizado Especial Cível de Brasília (TJDFT), condenou Meta a pagar R$ 2 mil por danos morais a usuário que teve três contas comerciais excluídas no Facebook e Instagram. Além disso, a sentença determinou o restabelecimento dos perfis. Segundo os autos, a usuária utiliza as redes sociais para divulgar sua empresa voltada à reconstrução mamária para vítimas de câncer ou procedimentos estéticos mal realizados. Acontece que, em janeiro de 2024, o Meta desativou seus perfis sob a justificativa de que as contas estariam divulgando conteúdo de nudez. No processo, a Meta alegou que pode limitar e restringir determinadas postagens de acordo com os termos e serviços de suas plataformas. Porém, a decisão entendeu que as alegações do Meta eram genéricas, portanto não foram detalhadas as publicações do usuário que violavam as regras da plataforma. Além disso, o juiz observou que as imagens divulgadas não constituem conteúdo erótico ou de nudez que viole os termos, políticas e padrões comunitários das redes sociais da Meta.
MODERAÇÃO DE CONTEÚDO
05/06
Presidente da Câmara dos Deputados cria grupo de trabalho para propor novo texto para projeto de regulamentação da plataforma. Em 05.06, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP/AL), criou o grupo de trabalho para a análise de projeto de lei nº 2630/2020, popularmente conhecido como “PL das Fake News”, que visa regular as atividades dos provedores de redes sociais e serviços de mensagens privadas. A proposta de criação do grupo foi anunciado em 09.04, após o presidente da Câmara indicar que o texto do projeto na sua forma atual passou por diversas tentativas de votação, com diferentes subdivisões do texto, sem sucesso; além de considerar que «tem sido alvo de polêmica e muitas narrativas têm dificultado a avaliação da proposta pelos parlamentares«. O grupo de trabalho pretende apresentar uma visão mais «maduro» da proposta. Com 20 parlamentares em sua composição, o grupo deverá apresentar o resultado dessa análise e o novo texto em 90 dias.
NOTÍCIAS FALSAS DESINFORMAÇÃO
07/06
O PL sobre regulamentação da IA passa por mudanças e parlamentares debatem ajustes com representantes de diversos setores no Plenário do Senado. O relator do projeto de enquadramento legal da Inteligência Artificial (PL nº 2338/2023), o senador Eduardo Gomes (PL/TO), apresentou novo substituto que será analisado como parecer final da comissão temporária responsável pelo tema no Senado. Entre os ajustes feitos na proposta está a delimitação da competência das agências reguladoras nas suas respectivas áreas de atuação. O novo documento propõe a criação de um Sistema Nacional de Regulação e Governança da Inteligência Artificial (SIA), já previsto em a versão anterior, com autoridade central competente, que será designada pelo Poder Executivo Federal, para “garantir a fiscalização, a regulação e o bom funcionamento do setor ou atividade econômica, nos termos de sua competência legal”. Dentre as mudanças, destaca-se a eliminação do trecho que permitia o uso de armas letais autônomas, ou seja, com independência de escolha sem necessidade de intervenção humana. Também foi excluída a parte do texto que considera a avaliação de crédito realizada pela IA “de alto risco”. Além disso, foi mantida a autorização para utilização de sistemas remotos de identificação biométrica no âmbito de atividades de segurança pública. O SIA será responsável pela regulamentação da lista de funcionalidades de IA de alto risco, bem como pela classificação de novas hipóteses, sob observância de diversos critérios e de um procedimento regulatório que garanta a participação social. Em 11.06/XNUMX, Foi realizada sessão temática no Plenário do Senado para debater o novo texto da proposta de marco legal. As falas de especialistas e representantes de diversos setores (público, privado, jurídico e acadêmico) indicaram o reconhecimento de avanços em alguns pontos do texto em relação à versão anterior; No entanto, sublinharam que são necessários ajustamentos. O relator do PL observou durante a sessão que considera a possibilidade de melhorias, mas também defendeu que isso não atrapalhe o andamento do projeto.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
18/06
Projeto propõe responsabilizar plataformas por danos causados por propagandas falsas em redes sociais. O senador Carlos Viana (Vamos/MG) apresentou o projeto de lei nº 2431/2024, que estabelece regras sobre a responsabilização dos prestadores por propagandas falsas veiculadas em suas plataformas.. O projeto impõe obrigações às redes sociais que possuem mais de 2 milhões de usuários brasileiros cadastrados. Fica estabelecido como dever das plataformas “prevenir, mitigar, proibir e suspender” o funcionamento de contas falsas e a divulgação de propagandas falsas. Em caso de descumprimento desses deveres, o projeto estabelece a responsabilidade solidária do provedor da rede social por quaisquer danos eventualmente causados pela propaganda falsa, excluindo a aplicação do artigo 19 do Marco Civil da Internet. ).Lei nº 12.965/2014), que prevê a responsabilização das plataformas somente após ordem judicial. Na sua justificação, o senador cita exemplos de publicidade enganosa e defende a necessidade de “uma intervenção firme que também responsabilize os provedores de redes sociais”.
DESINFORMAÇÃO NOTÍCIAS FALSAS
27/06
A Justiça Federal suspende conteúdos que incitam à violência policial. O A 27ª Vara Federal do Rio de Janeiro decidiu que o Google deve suspender a disponibilização de conteúdos específicos transmitidos pela polícia em programas de podcast e videocast no YouTube, por disseminarem discursos de ódio e incitarem à violência policial. A decisão provisória afirma que as publicações que deveriam ser suspensas «constituem conteúdo impróprio, aparentemente violando direitos humanos de vários tipos«. Portanto, afirma que a suspensão não fere a liberdade de expressão do acusado, uma vez que “O material eletrónico explicita a violência com um contexto discriminatório de natureza social, cultural, étnica e económica.«. A decisão decorre de Ação Civil Pública iniciativa do Ministério Público Federal (MPF) e da Defensoria Pública da União (DPU) contra os criadores dos vídeos, o Estado do Rio de Janeiro e o Google, que hospeda o conteúdo em sua plataforma YouTube. Os autores solicitam a retirada do conteúdo e exigem que o Secretário de Estado da Polícia Militar estabeleça regulamentação sobre “discursos de ódio ou perigosos por parte de membros daquela corporação, bem como tome medidas disciplinares com relação aos casos aqui mencionados”. A medida provisória acolheu parcialmente os pedidos, os quais deverão ser integralmente apreciados em posterior julgamento da ação.
MODERAÇÃO DE CONTEÚDO
18/06
Foi protocolado na Câmara dos Deputados projeto de lei 241/22 S 366/24 C. Em princípio, este projeto procurou prevenir e punir a violência digital de género. No entanto, várias organizações da sociedade civil expressaram contra o projeto. Entre outras coisas, argumentaram que o projeto dificultava o acesso à justiça e afetava a liberdade de expressão. Com efeito, o projeto propunha a criação de um crime que puniria quem disseminasse conteúdo “íntimo” sem autorização. Contudo, a redação do artigo era tão ampla e ambígua que poderia acabar afetando a liberdade de expressão. O projeto foi arquivado mesmo tudo o que faltou foi um debate.
VIOLÊNCIA DE GÊNERO LIBERDADE DE EXPRESSÃO
27/06
Foi assassinado em Tibú, Norte de Santander, o jornalista Jorge Méndez. Méndez foi administrador do site “La Gabarra com um olhar diferente”, no qual divulgava informações sobre La Gabarra e outros municípios próximos. Este é o quarto homicídio de um jornalista na Colômbia neste ano. De acordo com figuras da Fundação para a Liberdade de Imprensa (FLIP), este valor não é alcançado desde 2003.
VIOLÊNCIA CONTRA JORNALISTAS LIBERDADE DE IMPRENSA
21/06
A Missão de Observação Eleitoral (MOE) publicou um balanço do encerramento da legislatura em relação a projetos de lei relacionados a questões político-eleitorais. Segundo o Ministério da Educação, dos 57 projectos discutidos, apenas 6 foram aprovados (ou seja, 72% foram arquivados). No entanto, destacou a aprovação de uma lei de transparência e responsabilização por parte dos congressistas.
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
27/05
La organização Artigo 19 anunciou que em 17 de maio do mesmo ano, o Segundo Juiz Distrital em Assuntos Administrativos da Cidade do México concedeu a proteção 1545/2023, derivada da decisão da CNDH de eliminar a Recomendação 26/2006 de seu site ao caso e posteriormente publicar uma. versão testada dele. A decisão tem impacto relevante, visto que a Comissão Nacional de Direitos Humanos eliminou 2,540 recomendações do seu site e testou as informações.
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
23/05
La Organização R3D anunciou que o Governo de Chihuahua decidiu reservar as informações técnicas da Plataforma Sentinela, que tem como objetivo instalar uma rede de 3 mil câmeras de segurança com movimento, 4 mil câmeras fixas, 102 arcos de identificação de veículos, vigilância aérea com drones, 40 dispositivos móveis reboques de videovigilância e a construção de um centro de comando, a Torre Sentinela, que incluirá a instalação de filtros de reconhecimento facial para as imagens recolhidas pelas câmaras de vigilância, bem como outros sistemas de reconhecimento por biometria.
PRIVACIDADE
30/05
As organizações Artigo 19 e R3D Condenaram a decisão do Supremo Tribunal de Justiça da Nação determinar a validade das reformas da Lei Federal de Direitos Autorais e do Código Penal Federal, diante das ações de inconstitucionalidade promovidas pela Comissão Nacional de Direitos Humanos e pelo Senado da República. A Suprema Corte de Justiça da Nação tomou sua decisão por 6 votos contra 5 declarando a validade do mecanismo de notificação e remoção que obriga os provedores de serviços de Internet a remover qualquer conteúdo ou publicação que tenha sido acusado de violar direitos autorais sem qualquer prova da violação. ou decisão administrativa ou judicial nesse sentido, pois na opinião do tribunal superior a existência de sanções e contranotificação permitem a restituição do material retirado. Por outro lado, também questionaram que nesta mesma decisão o Supremo Tribunal de Justiça da Nação considerou que é ilegal e até crime desenvolver ferramentas ou oferecer serviços para que a evasão legal possa ser realizada.
DIREITOS AUTORAIS LIBERDADE DE EXPRESSÃO
08/06
As Organizações do Artigo 19, Amnistia Internacional e Comité para a Proteção dos Jornalistas Condenaram a ameaça de elementos da Procuradoria Geral de Tlaxcala contra o diretor do Jornal La Prensa de Tlaxcala, ocorrida em 4 de junho do mesmo ano. As organizações destacaram que o jornalista é beneficiário do Mecanismo de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos e aos Jornalistas. A ameaça era de um sujeito que tirou metade do corpo de seu veículo portando uma arma, que posteriormente se identificou como policial investigativo, e acabou sendo irmão de outro servidor público que apareceu em matéria jornalística acusado de extermínio. Segundo registros das referidas organizações, o jornalista recebeu outras ameaças, sendo as mais recentes em maio de 2024 e setembro de 2023. Pelo exposto, as organizações exigiram que a Procuradoria-Geral do Estado de Tlaxcala iniciasse a investigação correspondente. as ameaças contra o jornalista; ao Mecanismo Federal de Proteção para garantir a eficácia das medidas de proteção aos jornalistas e às autoridades do Estado de Tlaxcala para reconhecer a importância do trabalho jornalístico.
VIOLÊNCIA CONTRA JORNALISTAS LIBERDADE DE IMPRENSA
La organização Artigo 19, questionou a decisão da Suprema Corte de Justiça da Nação tomada em 6 de junho, ao julgar improcedente a Ação de Inconstitucionalidade 190/2023 promovida pela Comissão Nacional de Direitos Humanos contra o crime de “Halconeo” no Estado de Aguascalientes ao decidir não declarar sua inconstitucionalidade. O crime de falcoaria entrou em vigor no Estado de Aguascalientes em 8 de agosto de 2023. Vale ressaltar que o ministro relator propôs declarar o crime inválido seguindo os critérios de casos semelhantes em Chiapas, Michoacán, Guanajuato e Quintana Roo, porém devido a acima, quatro ministros decidiram julgar improcedente a ação de inconstitucionalidade. A organização instou o Supremo Tribunal de Justiça da Nação a decidir os casos de liberdade de expressão com base nos mais altos padrões relativos à liberdade de expressão e aos congressos locais para revogar os regulamentos do Falconeo.
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
14/06
As organizações Artigo 19 e Rede de Jornalistas de Puebla expressaram sua preocupação com o bloqueio de informação que jornalistas dos meios de comunicação Contextos Noticias e Diario Cambio sofreram por moradores de San Jerónimo Coyula em 11 de junho de 2024. Os jornalistas cobriam a detenção comunitária de quatro pessoas que cometeram um assalto e relatos de possível linchamento . Pelo exposto, as referidas organizações apelaram ao Governo Municipal de Atlixco e ao Governo do Estado de Puebla para gerar medidas de prevenção e proteção para a imprensa, e à Secretaria de Segurança Pública do Estado de Puebla para administrar medidas para salvaguardar o integridade dos jornalistas.
VIOLÊNCIA CONTRA JORNALISTAS
21/06
La organização Artigo 19 condenou as ações da Procuradoria Geral da Cidade do México e da Comissão Executiva de Atenção às Vítimas da Cidade do México no caso do jornalista Humberto Padgett, porque lhe informaram que enviariam a pasta de investigação da qual ele é vítima. arquivado desde 2022 sem ser informado e foi preso por insultar autoridade. Além disso, um dia antes, funcionários da Comissão Executiva de Atenção às Vítimas da Cidade do México tiraram fotos do jornalista sem o seu consentimento. Pelo exposto, a organização instou a Procuradoria-Geral da Cidade do México a respeitar os direitos das vítimas e cumprir a Recomendação 19/2019 da Comissão de Direitos Humanos da Cidade do México e manter ativa a investigação do caso em que o jornalista. está vinculado como vítima. E à Comissão Executiva de Atenção às Vítimas da Cidade do México para investigar o pessoal responsável por tirar fotografias do jornalista sem o seu consentimento.
LIBERDADE DE IMPRENSA
31/05
A Associação Nacional dos Jornalistas (ANP) relatado que jornalistas de diversos meios de comunicação ficaram trancados em uma sala enquanto cobriam um exercício no qual participou a presidente Dina Boluarte. Os jornalistas transmitiram por trás de um vidro e tiveram que esperar a saída do presidente para fazer declarações. A ANP condenou esta ação como um obstáculo à cobertura e aos maus-tratos a jornalistas, afetando o direito à informação.
VIOLÊNCIA CONTRA JORNALISTAS
04/06
O Instituto de Imprensa e Sociedade (IPYS) relatado que jornalistas de diversos meios de comunicação que vieram cobrir as atividades da Presidente Dina Boluarte e do Ministro da Educação no distrito de La Molina foram isolados em um estande para evitar perguntas ao presidente. Da mesma forma, a Associação Nacional de Jornalistas (ANP) relatado que, como parte de um protocolo de segurança, a imprensa foi impedida de sair do palco enquanto o presidente estivesse presente. IPYS e o Conselho de Imprensa Peruano (CPP) rejeitou estas práticas, descrevendo-as como obstáculos ao trabalho jornalístico que restringem o acesso à informação pública.
VIOLÊNCIA CONTRA JORNALISTAS
12/06
A Comissão de Descentralização do Congresso aprovado uma previsão para modificar o Decreto Legislativo 829, que regulamenta o Instituto Nacional de Rádio e Televisão do Peru (IRTP), acrescentando um representante do Congresso ao seu Conselho de Administração. Ele Instituto Prensa e Sociedade (IPYS), o Conselho de Imprensa Peruano (CPP) e o Associação Nacional de Jornalistas (ANP) alertou que isso poderia comprometer a autonomia da IRTP ao permitir interferência política em seu conteúdo. O assessor jurídico do IPYS destacou que a medida é inconstitucional e contraria o artigo 92 da Constituição, que proíbe parlamentares de ocupar outros cargos durante o horário de funcionamento do Congresso.
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
18/06
Instituto Imprensa e Sociedade (IPYS) qualificado O relatório aprovado pela Comissão de Relações Exteriores do Congresso que proíbe o ativismo político de organizações civis que recebem fundos de cooperação internacional, entre outros fins, é um ataque à liberdade de expressão. De acordo com o IPYS e o Associação Nacional de Jornalistas, as organizações que defendem a liberdade de expressão precisam promover mudanças políticas e regulatórias para cumprir a sua missão, e a previsão não só impediria as associações civis de contratarem o Estado ou de participarem no debate de políticas públicas, mas também afetaria gravemente a sua autonomia.
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
O micro telejornal La Encerrona espalhar um áudio em que o ministro do Interior, Juan José Santiváñez, pede para “controlar” o jornalista Marco Sifuentes para evitar críticas à sua gestão. La Encerrona destacou que o áudio é do dia 17 de maio, data da posse do ministro. Santivañez, negado Deixe a voz ser sua e alertou que a mídia estaria cometendo crimes de difamação. IPYS e o Associação Nacional de Jornalistas (ANP) rejeitou as declarações do ministro e exigiu que as supostas ordens de seguimento sejam investigadas.
LIBERDADE DE EXPRESSÃO